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Eu não era nem uma CDF nem uma nerd, mesmo que tenha feito parte do clube de fotografia na outra escola. Apesar dos meus esforços, eu aparentemente não me encaixava no clube das Barbies. E eu não era nem uma gótica, nem um génio, nem uma drogada, e nem uma das alunas que fingiam ser cientistas — aquelas que, como os pais, passavam os dias nos laboratórios de pesquisa. Não me encaixava em lugar nenhum. (Formaturas infernais) |
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Feito por: Iolanda Valentim Base por: Elle Paginação por: Madlyluv Icons: We♥it |

Chorava involuntariamente, gritava por socorro em meio a quem não sabia escutar. A inconstância de seus sentimentos representava sua força interior, sempre observando e gravando na memória palavras ditas da boca pra fora. Não tinha nada, e com isso, qualquer coisa se tornava tudo. Sua vida parecia uma repetição, e quanto mais se esforçava para participar do ciclo social, menos se encontrava. Se perdeu em promessas de galanteadores baratos, achou refúgio na desilusão. Andava perdida, sem qualquer faísca viva existente na alma. Vivia por viver, literalmente. Era uma escrava do amor, e quanto mais o evitava, mais sentia. Mais queria e buscava, mesmo em vão, sempre. Contava até três, parava e repetia. Encontrava em alguns livros de auto ajuda um sossego para o corpo, pois o espírito mexia, importunava. Fugia de si, em si. Saia dos problemas, evitava resôlve-los cara a cara. Mas no fundo ainda guardava amargas lembranças, e imaginava improváveis encontros. Consigo mesma.


Eu quero suas mãos, suas ideias e defeitos, que me ensine o seu jeito, enquanto aprende o meu.

Falta amor, amor mesmo sabe? Não esse que é banalizado por ai, amor não é dinheiro, amor não é imagem, amor não é sucesso, amor é amor, e eu desejo muito amor pra você! (Diego Cunha Silveira)

Isso me corrói, me destrói aos poucos. É autodestrutivo, mas não tenho mais forças pra lutar. (eupossoircomvoce)
